A máquina somos nós

19 02 2009

Para onde caminha o uso da informação? Como usar isso em nosso favor? O que a web 2.0 nos traz de vantagem em relação ao compartilhamento/aproveitamento das informações on line? Neste vídeo vemos algumas tecnologias simples que são atualmente usadas respondem em parte estas perguntas.





Educação Moderna

19 02 2009

Navegando pela web encontrei este vídeo. Não sei nem o que falar, as imagens dizem tudo. Será que não repetimos em nossa cidade (em nossas escolas e em nossa faculdade), este tipo de educação “moderna”? Acho que muitas vezes o que acontece é isso: equipamentos/estrutura física até existem, faltam pessoas habilitadas e bem remuneradas, seguindo metodologias de ensino eficientes e bem aplicadas para fazer com que a “educação” dê melhores frutos.





Mais uma sugestão de leitura

16 02 2009

Estava a navegar pelo mares revoltos da internet e encontrei em um post do internauta Wendell Silva a seguinte sugestão de leitura:

conspiracao_francicscana1“A Conspiração Franciscana

Em 1230, a Ordem dos Franciscanos dissimulou os estigmas da pele de São Francisco de Assis e escondeu o lugar exato de sua tumba, que só seria descoberta 600 anos depois. Que segredo terrível e ameaçador a Igreja desejava ocultar?”

Parece interessante, inclusive cometi o pecadilho de baixar o pdf , e quando tiver tempo devo me atrever a essa leitura.





Sugestão de Leitura

28 01 2009

Em visita ao Planeta GNU Linux, li algumas sugestões de leitura de Wendell Silva, e resolvi guardá-las aqui, pois acredito que informação é algo que  devemos guardar assim: à vista de todos, para que possamos usufruir melhor dela, redistribuindo-a,  corrigindo-a se for o caso, acrescentando outros pontos de  vista e atraindo novas informações que a complementem.

Os livros citados pelo Wendell são 4:

Preciso, organizar meu tempo e me dedicar mais a leitura, pois ando bastante displicente e a leitura bons livros anda me fazendo falta.





NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI

27 01 2009

E eis que, graças a meu amigo e irmão Lausamar, pude saber e encontrar o verdadeiro autor e o poema completo a que me referi na mensagem anterior.

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI

Assim como a criança

humildemente afaga

a imagem do herói,

assim me aproximo de ti, Maiakóvski.

Não importa o que me possa acontecer

por andar ombro a ombro

com um poeta soviético.

Lendo teus versos,

aprendi a ter coragem.

Tu sabes,

conheces melhor do que eu

a velha história.

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na Segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa,

rouba-nos a luz, e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada.

Nos dias que correm

a ninguém é dado

repousar a cabeça

alheia ao terror.

Os humildes baixam a cerviz;

e nós, que não temos pacto algum

com os senhores do mundo,

por temor nos calamos.

No silêncio de meu quarto

a ousadia me afogueia as faces

e eu fantasio um levante;

mas amanhã,

diante do juiz,

talvez meus lábios

calem a verdade

como um foco de germes

capaz de me destruir.

Olho ao redor

e o que vejo

e acabo por repetir

são mentiras.

Mal sabe a criança dizer mãe

e a propaganda lhe destrói a consciência.

A mim, quase me arrastam

pela gola do paletó

à porta do templo

e me pedem que aguarde

até que a Democracia

se digne a aparecer no balcão.

Mas eu sei,

porque não estou amedrontado

a ponto de cegar, que ela tem uma espada

a lhe espetar as costelas

e o riso que nos mostra

é uma tênue cortina

lançada sobre os arsenais.

Vamos ao campo

e não os vemos ao nosso lado,

no plantio.

Mas ao tempo da colheita

lá estão

e acabam por nos roubar

até o último grão de trigo.

Dizem-nos que de nós emana o poder

mas sempre o temos contra nós.

Dizem-nos que é preciso

defender nossos lares

mas se nos rebelamos contra a opressão

é sobre nós que marcham os soldados.

E por temor eu me calo,

por temor aceito a condição

de falso democrata

e rotulo meus gestos

com a palavra liberdade,

procurando, num sorriso,

esconder minha dor

diante de meus superiores.

Mas dentro de mim,

com a potência de um milhão de vozes,

o coração grita – MENTIRA!

Nota do editor: em negrito, o “fragmento” que corre o mundo, belíssimo, desse poema de Eduardo Alves da Costa. Acima, o poema inteiro.

viaJornal de Poesia – Poesia temática.





Poema de Maiakovski

27 01 2009

Encontrei o texto abaixo no br-linux.org (um blog sobre Linux e software Livre em geral). Fazia parte do comentário de um participante do blog, à respeito da discussão do google com o STF, que estaria exigindo que a citada empresa forneça informações dos usuários do Orkut sem ordem judicial. Não sei se realmente o poema é do Escritor Russo Maiakovski, mas não há como negar que nos faz refletir…

POEMA DE MAIAKOVSKI

Primeiro, eles vêm à noite, com passo furtivo

arrancam uma flor

e não dizemos nada.

No dia seguinte, já não tomam precauções:

entram no nosso jardim,

pisam nossas flores,

matam nosso cão

e não dizemos nada.

Até que um dia o mais débil dentre eles

entra sozinho em nossa casa,

rouba nossa luz,

arranca a voz de nossa garganta

e já não podemos dizer nada.

viaGoogle vai ao STF contra abertura sem ordem judicial do Orkut.





Primeiro Post

22 01 2009

Este é meu primeiro texto. Espero poder aproveitar este canal de comunicação fantástico que é o blog. Sou muito preguiçoso e pouco disciplinado… espero corrigir um pouco destes meus defeitos ou ao menos contorná-los e esta ferramenta será útil nisso.